sexta-feira, 29 de junho de 2007

Ídolos - SBT - Caça Talentos ou Programa de Humor?

Vejam essas pérolas...





quarta-feira, 27 de junho de 2007

A cara do Google no Brasil

Pode ser vista nesse vídeo de lançamento do YouTube Brasil feito no escritório da filial da empresa no País.



Vi no Viu isso?

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Meu Workstation

A pedidos, meu local de trabalho do dia a dia :)

Site publica imagens dos Leões de Cannes em alta resolução

O site Ads of the World está publicando imagens dos vencedores de Cannes 2007 em alta resolução. É uma opção para quem acha que a qualidade das imagens do site oficial do Festival não é suficiente.

Vi no BlueBus

sábado, 16 de junho de 2007

A Ford Models vai recrutar candidatas a modelo atraves do MySpace

A Ford Models fechou uma parceria com a rede social MySpace para recrutar candidatas a modelo através da internet. A partir de julho, as interessadas vão poder se inscrever através do perfil do Ford Models Supermodel of the World. Notícia da Mediaweek diz que os usuários do site de relacionamentos vão pode acompanhar o progresso das candidatas a profissão.

Olha aí galera, mais uma vez a internet sendo usada como uma ferramenta para identificar talentos. :)


Vi no BlueBus.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Fantasticooo!!! O brinco enooorme da Glória Maria que caiu dentro da roupa

Visto no programa deste domingo e logo foi para o YouTube e para as colunas de jornais. É mídia eim! :)

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Second Life no 3º Mundo

Comprei um apartamento no Second Life. Quer ouvir minha história? Por Marcelo Coutinho.
Nos últimos meses, diversas empresas brasileiras anunciaram a inauguração de suas filiais no Second Life. Outras tantas, o “upgrade” de seus sites para a Web 2.0. Na tela de fato tudo é lindo e maravilhoso, mas se sua estrutura de negócios “real” não estiver adaptada para trabalhar no mundo digital, os resultados podem ser muito ruins.

Um bom exemplo é o mercado imobiliário. Enquanto na vitrine digital estamos diante do que existe de mais avançado nas promessas de relacionamento com o cliente, a estrutura de vendas é dos tempos do Brasil cartorial. Uma experiência recente ilustra os riscos para a imagem da marca das empresas quando existe uma grande distância entre esses dois mundos.

Interessado em adquirir um imóvel, visitei diversos sites, inclusive o de uma das maiores incorporadoras do Brasil. Em todos eles, apesar das promessas do “atendimento on-line”, tudo o que consegui foram contatos com corretores que insistiam em obter meu número de telefone, “para passar informações mais completas que na Internet”. Obviamente, ou eles não sabem o que é a Internet ou são o maior prodígio da história do telefone depois do Graham Bell. Dos cerca de 20 contatos digitais, apenas 2 corretores aceitaram manter contato via email, antes que eu fosse visitar um imóvel. Mas o pior estava por vir.

Após a ida a um stand de vendas em fase de pré-lançamento, me cadastrei no site de uma incorporadora para receber mais notícias por ocasião do início das vendas. Notícias que nunca vieram. Preocupado em não perder o negócio, mandei diversos emails solicitando o envio de plantas, minutas, etc. Para minha surpresa, os contatos via email eram respondidos sim... por um motoboy. Nada que pudesse remotamente ter qualquer valor para a decisão final de compra foi trabalhado por meios eletrônicos. E olha que estamos falando de empresas que abriram o capital em bolsa recentemente, de uma imobiliária que possui programas de TV, site bem feitinho, planos de inaugurar uma “imobiliária virtual” no Second Life, etc.

Um belo dia recebo um email do corretor, avisando que na manhã do dia seguinte seria dado início ao processo de escrituração dos apartamentos. “Corri” para o site da incorporadora, e nada. Apenas o banner com o “breve lançamento na região da Paulista”. Acabei me rendendo aos fatos e fazendo contato por telefone. Quando fui informado pelo “supervisor do corretor” que, ou me dirigia para a corretora até o final do almoço (eram 11hs da manhã) ou iria perder o apartamento, pois o prédio já estava totalmente vendido. Me lembrei do depoimento dos habitantes da antiga União Soviética, quando comentavam a atitude dos vendedores das lojas estatais.

Mas não desanimei. Solicitei o envio do contrato via email, para que eu pudesse repassar ao meu advogado e, com o ok dele, assinar a compra. O motoboy chegou depois do almoço, com 23 folhas de papel, que tive que passar por fax para meu advogado. O qual, vítima do atraso nos aeroportos, só pode examinar a minuta do contrato no final do dia. Estamos falando de junho de 2007, não de alguma data na remota década de 80...

O resumo da ópera é que resolvi continuar morando de aluguel, até o dia em que comprarei um apartamento já pronto, direto do proprietário.

Se sua empresa enxerga a presença no mundo virtual apenas como um gerador de cobertura positiva por parte da imprensa, cuidado. Consumidores de boa fé podem acreditar nas suas promessas e ter um duro choque de realidade quando encontrarem sua força de vendas. O fato da empresa ter 70 ou mais anos de tradição e um site moderninho não bastam. Além disso, é preciso ter um plano de negócios coerente com sua estratégia digital –o que significa também vendedores preparados. Os velhos consumidores, como eu, ainda se dão ao trabalho de reclamar. Os novos, apenas irão clicar no site do seu concorrente.

Vi no IDGnow!